Ao retornar para Colmar, na França, a jovem de 15 anos Sarah, decidiu volta a patinar e ingressar na competição profissional. Para isso, terá que lidar novamente com toda a grande rivalidade entre as meninas com as duras palavras e tratamento de seu treinador. Além disso, seu corpo será colocado à prova no gelo, enquanto também precisará deixar de lado suas ambições de adolescente
Lançado em 21 de maio de 2017, baseado em fatos reais, esse filme conta
a história de vida de Carley Allison, uma patinadora e cantora Canadense que é
diagnosticada com um câncer raro. Carley está disposta a mostrar ao mudo
inteiro que é possível vencer uma doença terminal através da música e seu amor pela
vida...
As pessoas julgariam esse filme pela capa ou até mesmo pela sinopse.
Comentariam logo de cara que se trata de mais um clichê sobre a mocinha com
câncer vivendo um amor que é posto em sacrifício. Mas o mais surpreende é que
esse filme não é nada disso, pelo contrário, ele retrata um lado da doença que
todos jamais pararam para ver.
“Trate o triunfo como um
funeral, e um funeral como um triunfo.”
Baseado em uma história real, esse filme mostra o ponto de vista da
Carley em relação à doença e em como somos capazes de viver muito bem com a dor.
Visando ser um choque de realidade e um soco no estomago de emoções, esse filme
traz uma lição de vida desde o primeiro minuto até os créditos finais.
Somos responsáveis pela
nossa felicidade, e o fato de você estar vivendo um momento difícil em sua vida
não significa que você precisa declamar um estado de inconformidade. A forma
como você está lidando com a sua dor, seja ela qual for, está influenciando as
pessoas ao seu redor também.
Carley nos ensina algo
muito interessante: a tentar enxergar a dor exatamente no ponto de vista da
própria. Ela escreve uma carta para si mesmo, se colocando no lugar do câncer e
mostrando a si mesma todos os motivos pelos quais ela foi escolhida para passar
por isso. E quando você aprende a se colocar no lugar do outro, você finalmente
entende os porquês.
“Sempre
encontre razão pra ser feliz, e se não pode, sorria mesmo assim.”
Não é preciso ser um
câncer. Às vezes a dor vem camuflada em diferentes situações, seja ela a
depressão, o medo, a solidão, um doença, uma perda, e diferentes outras, que
você pode sim se auto-ajudar a lhe dar com isso. Escreva para si mesmo, motive
a si mesmo. Seja seu melhor amigo antes de qualquer coisa. E sirva sempre de
inspiração para as pessoas ao seu redor.
“Você sempre pode escolher ser feliz.”
Trailer...



